é uma banda de Chicago com uma batida bem legal, mas o forte deles eu diria que são os clipes, mais que própria música. E o que chama atenção nos clipes não é o figurino, mas as ideias geniais que conseguem transformar uma simples obra audiovisual num espetáculo artístico absolutamente inovador. Esse é um post que requer tempo, se quiserem entender o que estou falado. Ao contrário de algumas produções, que eu posso colocar fotos ou prints de videos, o interessante deles é a imagem em movimento.
Uma coisa que pode ser dita do conjunto de obras é a preocupação com direção de arte. E a relação entre as cores, na maioria das vezes dinâmica e certamente muito pensada. Me sinto uma gotinha d'água diante do Oceano, tentando falar deles... vale mais a pena arrumar tempo e assistir os clipes. Todos.
This too shall pass.Separei um making of e o clipe oficial, porque a genialidade disso merece um video a mais.
Nesse eles usam um equipamento (?) que se chama
Rube Goldberg Machine (que é, em linhas bem gerais, um aparato que realiza qualquer ação fácil - como jogar uma bola e acertar uma porta, por exemplo - a partir de um mecanismo extremamente complexo).
Do what you want.
Esse eu descobri hoje... alguém mais lembrou de
Garden State?
Here ir goes again.
Me lembro desse clipe quando foi lançado, em 2005.
Eu e umas amigas ouvindo a música e "imitando" a coreografia em todas as festas/sociais...
decadence sans elegance!
A million ways (oh darling, you're a million ways to be cruel).
Segundo clipe que conheci, gosto dessa estética "homens bem vestidos dançando uma coreografia aleatória num jardim" hahaha.
Invincible.
Ok, esse entra pela beleza estética - que é, de certa forma, sublime.
Essas coisas todas sendo destruídas formam uma linda imagem, não?
Don't ask me.
Já conhecia a música, não sabia o nome.
End love.
Mais uma interação de cores saturadas e dança divertida, mas os cenários não são nada demais...
Eu queria compartilhar também o de Get over it, mas o YouTube não deixa.